Incêndios simultâneos colocam Portugal em alerta

LISBOA, 10 AGO (ANSA) - Ao menos três pessoas morreram e mais de 300 foram internadas na Ilha de Madeira, território de Portugal, desde a noite desta terça-feira (9) por causa de vários focos de incêndio que atingem a região.   

O fogo ainda não foi completamente controlado e ameaça atingir o centro histórico de Funchal, cidade de 120 mil habitantes.   

Centenas de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas e o prefeito da cidade, Paulo Cafôfo, afirmou que a situação dos prédios históricos também está sendo monitorada constantemente.   

O primeiro-ministro português, Antonio Costa, divulgou que o governo está mandando militares para reforçar a luta dos bombeiros contra as chamas. Por causa do relevo de Funchal, o combate ao fogo é muito complicado e demanda tanto equipes por terra como por aviões.   

Segundo a polícia, um homem de 24 anos foi preso acusado de ter iniciado um dos focos de incêndio que atingem Funchal. Apesar das altas temperaturas e do forte vento que atinge o país, o que espalha rapidamente pequenos focos de fogo, há a suspeita de que a maioria dos incêndios sejam de origem dolosa.   

Segundo a Defesa Civil de Portugal, há outros oito grandes incêndios espalhados por todo o país. (ANSA)
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