Com camisa de Messi, menino é impedido de ser homem-bomba

ROMA, 22 AGO (ANSA) - Após um menino de 12 anos se explodir em uma festa de casamento e matar, ao menos, 54 pessoas na Turquia, outro adolescente da mesma idade foi impedido de realizar um ataque.   

Vestido com a camisa de seu ídolo no futebol, Lionel Messi, o menino foi impedido de realizar a ação na noite de ontem (21), em Kirkuk, a capital do Curdistão iraquiano. O rapaz, que não teve a identidade divulgada, estava com um cinto de explosivos por baixo da camiseta e chorava muito ao ser parado pelos soldados peshmergas.   

O cinto foi desativado pelos policiais e não se sabe o destino do menino. Segundo fontes locais, ele também foi recrutado pelos jihadistas do Estado Islâmico (EI, ex-Isis).   

Ontem (21), um adolescente deixado por homens próximo a uma festa de casamento se explodiu em Gaziantep. Entre as 54 vítimas, estão ao menos 29 crianças e adolescentes - sendo que 22 deles tinham menos de 14 anos. Outras 14 pessoas estão internadas em estado grave em hospitais turcos.   

Segundo o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, o atentado no casamento tem ligações com o EI, mesmo sem ter nenhuma reivindicação de grupos terroristas. (ANSA)
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