Política de presidente filipino contra tráfico mata 1,8 mil

ROMA, 22 AGO (ANSA) - A guerra contra o tráfico de drogas nas Fillipinas, lançada pelo presidente Rodrigo Duterte para combater a criminalidade no país, já provocou a morte de 1.800 pessoas desde o dia 1 de julho. De acordo com o chefe da polícia Ronald Dela Rosa, entre o dia 1 de julho e 21 de agosto, foram mortos 721 suspeitos de serem traficantes. Outras 10 mil pessoas foram presas, entre consumidores e vendedores das substâncias, e acredita-se que outras 6 mil estejam sob processo na Justiça. Os números foram apresentados por Dela Rossa a um comitê que investiga homicídios extrajudiciais nas Filipinas. Eleito em maio, o presidente filipino, de 71 anos, iniciou uma perseguição aos grupos de tráfico e às lideranças criminosas, política que tem lhe rendido críticas de entidades internacionais e ONG's de direitos humanos, apesar de ser sua principal promessa de campanha. Criticado pelo seu "pulso firme", o presidente ameaçou ontem (21) retirar o país da Organização das Nações Unidas (ONU). Duterte sugeriu propor à China e às nações africanas criarem um novo bloco e acusou a ONU de falhar na luta contra o terrorismo, contra os conflitos armados e contra o narcotráfico. (ANSA)
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