Maradona é proibido de embarcar e gera tumulto em aeroporto

NÁPOLES, 29 AGO (ANSA) - O ex-jogador argentino Diego Maradona não conseguiu embarcar para Dubai na tarde de domingo (29) e protagonizou uma confusão no aeroporto internacional de Ezeiza, em Buenos Aires.   


O astro chegou a acusar o governo do novo presidente argentino, Mauricio Macri, de "uma manobra política" para prejudicá-lo. Tudo começou quando Maradona tentou embarcar mas, na hora de passar pelos controles de imigração, o passaporte do ex-jogador constou no sistema do aeroporto como extraviado.   


As autoridades disseram que Maradona havia denunciado o sumiço do documento e solicitado um novo, mas que, na hora de embarcar, apresentou o passaporte normalmente. Isso criou uma confusão e o astro não conseguiu pegar o avião com destino aos Emirados Árabes. O ex-camisa 10 se alterou, gritou e insultou funcionários do aeroporto, exigindo que um novo passaporte fosse emitido de maneira expressa. Mas o agentes de imigração permaneceram firmes e não autorizaram o embarque de Maradona. "Não vou parar até que saiba quem fez isso", criticou o ex-jogador, demonstrando fúria com o governo de Macri. "Estou indignado. Nós jamais denunciamos nem perda nem roubo do meu passaporte. Isso não vai ficar assim", ameaçou. "Claramente é uma manobra de um político traidor, por isto pedirei ao meu advogado que vá à Justiça. Foi alguém do governo que fez isso", acusou Maradona. (ANSA)
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