Polícia investiga se houve desvio em reformas em Amatrice

ROMA, 31 AGO (ANSA) - Uma semana após o terremoto que atingiu a região central da Itália deixando centenas de vítimas, as autoridades locais investigam o desmoronamento de uma escola em Amatrice, que havia passado por uma renovação recentemente. A suspeita é que houve desvio de dinheiro na obra pública.   

Desta forma, a Polícia Financeira da Itália recolheu nesta quarta-feira, dia 31, uma série de documentos oficiais da região do Lazio sobre a reforma.   

Por ter sido reformada em 2012, o caso levanta a desconfiança entre a população de que as obras tiveram recursos desviados, sendo realizadas de maneira incorreta e sem a proteção adequada.   

A queda de outras casas e prédios públicos também estão sob a mira das autoridades italianas, já que muitos deles passaram por reformas para evitar, justamente, a queda da estrutura em caso de abalo sísmico.   

Amatrice foi a cidade que mais registrou vítimas fatais do sismo, tendo contabilizado aos menos 230 dos mais de 290 mortos.   

As outras mortes ocorreram nas comunas de Accumoli e em Arquata e Pescara del Tronto. Até o momento, 2,9 mil pessoas estão desabrigadas nas regiões de Lazio e de Marcas, de acordo com dados da Defesa Civil. Ainda hoje foi encontrado o corpo da sexta e última vítima do desmoronamento do tradicional Hotel Roma, em Amatrice. Novos tremores de menos de 4 pontos na Escala Richter voltaram a ser registrados nas regiões de Macerata e Ascoli, causando pânico na população local. (ANSA)
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