Vantagem de Hillary sobre Trump cai para 9 pontos

NOVA YORK, 11 OUT (ANSA) - Um dia após uma pesquisa apontar que a candidata democrata às eleições norte-americanas, Hillary Clinton, havia conseguido abrir uma diferença de 11 pontos entre ela e o seu adversário, o republicano Donald Trump, outra sondagem apontou que a vantagem da ex-secretária de Estado caiu para 9 pontos.   

A pesquisa divulgada nesta terça-feira, dia 11, que também foi encomendada pela emissora "NBC" e pelo jornal "Wall Street Journal", mostra que o efeito do vídeo lançado na última sexta-feira (7), no qual o empresário de Nova York faz comentários extremamente sexistas, diminuiu, mas que Hillary continua na liderança.   

Com os resultados não muito positivos das últimas sondagens, o Partido Republicano decidiu afirmar publicamente que continua ao lado de Trump. De acordo com o Comitê Nacional Republicano, Reince Priebus, "nada mudou em termos do nosso apoio a candidato", mesmo com os "sinceros" comentários machistas do magnata.   

Neste contexto, o presidente da Câmara dos Estados Unidos, Paul Ryan, antigo inimigo político do empresário e um dos pré-candidatos à corrida à Casa Branca, disse que "não defenderá Trump" e nem fará campanha para o político antes das eleições.   

Sendo assim, o magnata decidiu comentar mais uma vez na sua conta do Twitter que seu próprio partido não o apoia, o que tem sido visto desde o anúncio da sua candidatura no ano passado.   

Entre os tweets, Trump chamou Ryan de "líder fraco e ineficaz" e afirmou que é "difícil ir bem [nos debates e pesquisas] quando Paul Ryan e outros [republicanos] não te dão apoio".   

"Republicanos desleais são muito mais difíceis [de se lidar] que a desonesta da Hillary. Eles te atingem de todos os lados. Eles não sabem como ganhar - Eu os ensinarei", escreveu o empresário na rede social.   

Além disso, o politico ainda disse que "é muito bom que as algemas [do partido] tenham sido tiradas" dele fazendo com que ele possa "lutar pelos Estados Unidos como" ele sempre quis e que "com exceção da traição de ter deixado o Bernie [Sanders] fora das nomeações, os democratas sempre provaram ser mais leais uns com os outros que os republicanos". (ANSA)
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