Relatório acusa presidente da África do Sul de corrupção

ROMA, 03 NOV (ANSA) - Um relatório divulgado na última quarta-feira (2) pede que o Ministério Público e a polícia investiguem o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, por supostos crimes de corrupção.   

O líder enfrenta diversas acusações há mais de 10 anos, porém nega repetidamente qualquer envolvimento com irregularidades.   

Zuma, que havia tentado impedir a publicação do relatório por meio de uma ação, retirou o pedido movido na Justiça.   

A publicação do documento, coordenado pela ex-protetora pública do país Thuli Madonsela, motivou uma manifestação de milhares de pessoas em frente ao Tribunal Superior da Capital, Pretória, pedindo a renúncia do mandatário.   

No texto de 355 páginas e intitulado "A tomada de controle do Estado", a procuradoria, responsável por fiscalizar a utilização correta dos fundos públicos, chama atenção "para os problemas identificados no relatório, que aponta para evidências de que crimes foram cometidos".   

O documento, que era para ter sido publicado em 14 de outubro, diz que o presidente Zuma foi influenciado pela família de empresários Gupta a nomear ministros indevidamente em troca de favores. Tanto Zuma quanto a família negam as alegações. (ANSA)
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