Califórnia e Nevada liberam uso recreativo de maconha

ROMA, 9 NOV (ANSA) - Além de escolherem o novo presidente dos Estados Unidos, os norte-americanos votaram em diversos referendos quando foram às urnas nesta terça-feira (8).   

A votação mais expressiva foi a legalização do uso recreativo da maconha em três estados do país: Califórnia, Massachussets e Nevada aprovaram o uso recreativo da cannabis para maiores de 21 anos. O estado passará a taxar a venda da droga que, apesar de ser proibida por lei federal, dá a liberdade de cada estado fazer a legislação sobre o tema.   

Outros quatro estados - Flórida, Arkansas, Montana e Dakota do Norte - aprovaram o uso medicinal do princípio ativo da maconha, aumentando para 35 o número de estados que tem legislação sobre o tema. Já o Maine ainda não encerrou a contagem de votos e os moradores do Arizona não aprovaram a legalização.   

Além de votar sobre o uso da cannabis, os norte-americanos ainda puderam opinar sobre os mais variados temas, desde a pena de morte à definição do salário mínimo.   

Em Nebraska e Oklahoma, os cidadãos aprovaram a volta da pena de morte enquanto a Califórnia decidiu não mudar a pena capital pela prisão perpétua. Já o Colorado tornou-se o sexto estado norte-americano a permitir o suicídio assistido.   

O controle de armas também foi votado e uma maior fiscalização na compra dos produtos foi aprovada na Califórinia, em Washington e em Nevada. O Maine negou um controle mais rigoroso na venda.   

A Califórnia também teve uma votação curiosa, em que decidiu por não exigir que os atores pornôs usem camisinhas ao gravarem filmes do gênero. O estado, que votou em 14 referendos,ainda decidiu aprovar uma alta de US$ 2 no imposto sobre cigarros. O aumento de impostos nos cigarros também foi aprovado no Dakota do Norte e Missouri.   

Na questão dos salários mínimos, Arizona, Colorado, Maine e Washington aprovaram aumentos nos pagamentos enquanto a Dakota do Sul rejeitou uma redução no valor mínimo da hora para trabalhadores que tem menos de 18 anos. Já em Minessota, os cidadãos decidiram retirar das mãos dos políticos a função de definir seus próprios salários, que agora será decididos por um conselho de moradores. (ANSA)
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