Com Trump, Wall Street deve voltar à Casa Branca

NOVA YORK, 11 NOV (ANSA) - Com a eleição de Donald Trump, o mundo financeiro de Wall Street deve voltar a ser protagonista do comando da economia dos Estados Unidos, após ter passado anos longe do poder.   

Já começando a trabalhar na montagem de sua equipe de governo, o republicano estuda o nome do CEO do JP Morgan, Jamie Dimon, como seu secretário do Tesouro, cargo para o qual também é cotado o ex-diretor do Goldman Sachs Steven Mnuchin.   

Além disso, Trump prometeu desmantelar a reforma de Wall Street aprovada no governo de Barack Obama, que reforçou a regulação do setor financeiro e criou mecanismos para impedir o resgate de bancos com dinheiro público.   

O presidente eleito também deve abrir espaço em seu gabinete para expoentes das alas mais conservadoras do Partido Republicano e aliados fiéis, como o ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, que desponta como futuro secretário de Justiça, de Segurança Nacional ou diretor da CIA.   

Outro grande amigo de Trump, o governador de Nova Jersey, Chris Christie, é cotado como secretário de Justiça ou para a pasta de Interior. Já o neurocirurgião Ben Carson, que chegou a rivalizar com o magnata na briga pelo eleitorado ultraconservador, pode ser nomeado para a Saúde, onde protagonizaria uma das primeiras batalhas políticas de Trump: a abolição do "Obamacare".   

Para a cobiçada secretaria de Estado, hoje ocupada por John Kerry, estão na corrida o ex-presidente da Câmara Newt Gingrich e os senadores Jeff Sessions e Bob Corker. (ANSA)
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