Durante Jubileu,Papa exaltou pobres,imigrantes e excluídos 2

SÃO PAULO, 20 NOV (ANSA) - Continuação - Visitas surpresa: Durante algumas sextas-feiras do Jubileu, o Papa Francisco fez diversas visitas surpresas a instituições italianas. Ele participou de um evento pelo Dia Mundial da Terra, onde falou sobre a importância da preservação do meio-ambiente, encontrou-se com padres em Assis, com ex-padres em Roma e visitou idosos em um asilo da capital italiana. Ele ainda visitou uma UTI neo-natal em Roma e encontrou com familiares dos bebês que lutam pela vida.   

Um dos momentos mais marcantes, no entanto, foi um encontro com ex-prostitutas em Roma, onde pediu "perdão" da Igreja para as mulheres vítimas de exploração sexual.   

- Amoris laetitia: Lançada em 8 de abril, a exortação abre mais espaço para os divorciados e prega respeito aos homossexuais. Sobre o primeiro ponto, o Papa diz que é "importante deixar as pessoas que vivem uma nova união saberem que são parte da Igreja, que não estão excomungadas", acrescentando que "ninguém pode ser condenado para sempre, pois esta não é a lógica do Evangelho$escape.getQuote().Já sobre os gays, o Pontífice pede que a Igreja não os discrimine, mas que o casamento entre as pessoas do mesmo sexo não está "no desenho de Deus". O Papa ainda fala sobre a sexualidade, definindo- a como "um presente maravilhoso de Deus". O documento também apresenta críticas formais ao aborto e a eutanásia, ambos considerados "errados" pelo líder católico bem como critica as famílias que tem "procriação ilimitada".   

Jorge Mario Bergoglio ainda defende as mulheres na exortação, daquelas que são vítimas de "violência física e sexual", defendendo de certa maneira que elas se separem do cônjuge, e pede mais ação para a proteção delas. Segundo o líder católico, a violência no casamento "contradiz a própria natureza da união conjugal". Além disso, o argentino pede uma "saudável autocrítica" do porquê os casamentos religiosos não serem mais "atraentes" para muitas pessoas e pediu o fim da "idealização excessiva" do matrimônio. Em diversos pontos do documento, Bergoglio usa e cita como base textos de João Paulo II sobre a família, reafirmando a importância deles para a Igreja. O documento foi duramente criticado por cardeais conservadores.   

(ANSA)
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