Ultraconservador é declarado culpado por morte de Jo Cox

LONDRES, 23 NOV (ANSA) - O simpatizante de extrema-direita Thomas Mair, de 53 anos, foi declarado culpado nesta quarta-feira (23) pela assassinato da parlamentar britânica Jo Cox, em junho.   

O veredicto foi anunciado após um julgamento com juri popular na Corte de Orl Bailey, em Londres. Jo Cox morreu em 16 de junho, após ser baleada e apunhalada. Ela tinha 41 anos, era casada, mãe de dois filhos e membro do Partido Trabalhista. A parlamentar defendia a permanência do Reino Unido na União Europeia e, na época, a campanha pelo referendo chegou a ser suspensa devido à morte de Cox. Em 23 de junho, os britânicos aprovaram a saída do país do bloco europeu. Testemunhas relataram que Thomas Mair gritou "Britain First" ao cometer o crime, em referência a um partido de extrema-direita.   

(ANSA)
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