Ex-CEO da Ford pode ser secretário de Estado de Trump

ROMA, 9 DEZ (ANSA) - A lista de candidatos para o secretário de Estado norte-americano, um dos cargos mais importantes e de confiança do país, para o governo do presidente eleito Donald Trump acaba de crescer ainda mais. O novo possível indicado é o ex-CEO da Ford Motor Co. Alan Mulally. O mandatário e o empresário se reuniram nesta quinta-feira, dia 8, para falar sobre a possibilidade do cargo, afirmou a assessora de campanha de Trump, Kellyanne Conway, em entrevista para a "Fox News". A profissional comentou que Mulally "obviamente fez um ótimo trabalho com a companhia [Ford]" e por isso estaria na disputa. Com 70 anos, Mulally conta com uma carreira bem produtiva e rentável. CEO da empresa automobilística por oito anos até 2014, quando se aposentou, o norte-americano conseguiu evitar que a empresa falisse durante a crise de 2008 nos Estados Unidos procurando novas maneiras de globalizar a marca, com novos modelos, maior tecnologia e corte de gastos. Antes de trabalhar na Ford, Mulally foi o vice-presidente executivo da corporação multinacional aeroespacial Boeing. Antes de se aposentar, o empresário também foi cotado para ocupar o cargo de CEO da Microsoft, que depois acabou sendo dado para Satya Nadella. Boatos também afirmavam que o norte-americano poderia se juntar à administração do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, porque Mulally esteve no Conselho de Exportações do mandatário, que foi criado em 2010 para dar conselhos sobre comércio. Atualmente, o empresário está no conselho do Google, que agora pertence ao holding Alphabet Inc.   

No entanto, o ex-CEO da Ford é apenas uma das opções para ocupar o cargo de secretário de Estado norte-americano. Entre as outras indicações estão o ex-candidato republicano às eleições presidenciais de 2012, Mitt Romney, o ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, o ex-diretor da CIA David Petraeus, o presidente e CEO da Exxon Mobil Corporation, Rex Tillerson, o senador Bob Corker, o embaixador dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU), John Bolton, e o político da Califórnia Dana Rohrabacher. "O campo para o [próximo] secretário de Estado obviamente aumentou e foi ampliado. Há um número de pessoas que vieram aqui nos últimos dias e semanas para fazerem entrevistas com o presidente eleito e o vice-presidente eleito. [...] Você não pode se apressar em uma seleção tão importante", afirmou Conway à emissora. (ANSA)
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