Confira as 5 tecnologias que fracassaram em 2016

ROMA, 30 DEZ (ANSA) - Do aplicativo Vine aos polêmicos fones do iPhone 7, a revista especializada "MIT Technology Review" listou cinco tecnologias que o Vale do Silício "enterrou" em 2016.   

Confira: Vine - O app da rede social Twitter lançado em 2013 e que permitia a gravação de vídeos de até seis segundos alcançou seu ápice em 2014, mas em 2016 será encerrado de uma vez por todas.   

Sua decadência é resultado da evolução em outros aplicativos de vídeos e fotos, como Snapchat e Instagram. Mas o que pesou realmente para o abandono do Vine, segundo a revista, foram os influenciadores digitais, que acabaram migrando para apps com mais funções.   

Google Fiber - O serviço de banda larga com fibra ótica que oferecia até 1 GB/s de velocidade começou em algumas cidades dos EUA, em 2013, mas, em 2016, a multinacional decidiu não expandi-lo. A tecnologia, apesar de considerada "sem sentido" por muita gente, teve pontos positivos, como impulsionar a qualidade das operadoras. Fones 'jack' - Apesar dos esforços da Apple para empurrar os novos fones do iPhone7 aos consumidores, as vendas do gadget já indicam uma possível decadência. A atual geração do smartphone perdeu o conector de 3,5 milímetros e ganhou novos fones que se conectam por meio da saída da bateria. Também há dispositivos sem fio, usados via bluetooth. Apesar do desempenho fraco, a marca continua apostando que a tecnologia "com cada vez menos fios" está apenas começando. E tudo indica que a Samsung também lançará os fones "jacks".   

Pebble - Primeira tentativa de um "relógio inteligente open source", o projeto recolheu US$ 10 milhões em 2013 em um crowdfunding e foi um dos pioneiros entre os aparelhos de pulso ligados à web. O gadget, que enfrentou a dura concorrência do Apple Watch, terá sua produção encerrada neste ano. Projeto Ara - Em setembro, a iniciativa do Google que visava a desenvolver uma série de celulares modulares chegou ao fim. O projeto tinha como objetivo criar uma plataforma aberta, onde o próprio consumidor poderia montar seu smartphone. Com um "esqueleto" básico, as outras peças poderiam ser encaixadas e trocadas, caso algum módulo chegasse ao fim de sua vida útil, como a bateria. A ideia era reduzir o desperdício eletrônico.   

(ANSA)
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