'Espero que acusação não seja política', diz CEO da FCA

NOVA YORK, 12 JAN (ANSA) - Após ter negado a existência de qualquer tipo de irregularidade em seus motores a diesel, o CEO da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), Sergio Marchionne, disse esperar que as suspeitas de fraude ambiental contra o grupo não sejam efeito da troca de poder nos Estados Unidos.   

Nesta quinta-feira (12), a Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) norte-americana notificou a FCA sobre possíveis violações do "Clean Air Act" ("Ato do Ar Limpo", em tradução livre), conjunto de normas sobre poluição do ar.   

Segundo a EPA, a Fiat Chrysler teria usado um dispositivo instalado em motores a diesel para realizar emissões de poluentes maiores que o permitido. As suspeitas dizem respeito a 104 mil automóveis modelo Dodge Ram e Jeep Grand Cherokee.   

"Espero que não seja consequência de uma guerra política entre a administração atual [de Barack Obama] e a nova [de Donald Trump]", disse Marchionne durante uma teleconferência com acionistas. Recentemente, a FCA anunciou um investimento de US$ 1 bilhão nos EUA e foi elogiada por Trump, que ameaça aumentar a taxação sobre carros produzidos fora do país.   

"É difícil prever como serão as tratativas com a próxima administração, mas nos sentaremos e tentaremos resolver", declarou o CEO, ressaltando que as acusações da EPA se devem a uma "diferença de opiniões sobre aspectos técnicos". (ANSA)
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