Putin afirma que Obama tenta deslegitimar eleição de Trump

MOSCOU, 17 JAN (ANSA) - O presidente russo, Vladimir Putin, falou pela primeira vez nesta terça-feira (17) sobre as acusações de seu homólogo norte-americano, Barack Obama, de ter influenciado nas eleições presidenciais dos Estados Unidos.   

Para o mandatário, o atual líder da Casa Branca quer "deslegitimar" a eleição de Donald Trump.   

"O que nós vemos nos Estados Unidos? Vemos uma contínua e apurada luta política interna mesmo que as eleições presidenciais terminaram com uma convincente vitória do senhor Trump. No curso desta luta, foram fixados alguns objetivos, como minar a legitimidade do presidente eleito", afirmou o russo.   

Ao falar sobre a divulgação de um suposto relatório que estaria nas mãos dos russos sobre Trump, Putin ironizou e disse que essas "notícias falsas" são "piores que as prostituas" citadas naqueles documentos. Para ele, o magnata dificilmente" pode ter se encontrado com "meninas de um nível baixo de moralidade", mesmo que as russas "sejam as melhores do mundo".   

Além disso, Putin afirmou que acredita que as relações entre as duas nações "serão normalizadas" e que está claro de que "os interesses sejam dos europeus, dos russos ou dos norte-americanos" estarão em sintonia.   

Diversos relatórios feitos por agências norte-americanas, entre elas a CIA, afirmaram que o Kremlin interferiu nas eleições do país ao fazer ataques cibernéticos contra o Partido Democrata, da rival Hillary Clinton. No entanto, tanto Trump como Putin negam que tenham agido juntos durante o período eleitoral.   

(ANSA)
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