China condena teste de Pyongyang e pede que EUA não provoque

PEQUIM, 13 FEV (ANSA) - O governo da China condenou os testes com mísseis balísticos feitos pela Coreia do Norte neste domingo (12) e disse que as ações "violam as resoluções do Conselho de Segurança da ONU". Pyongyang confirmou nesta segunda-feira (13) que o teste foi "bem-sucedido" e que foi acompanhando pelo líder do país, Kim Jong-un. Segundo a emissora estatal "KCNA", o equipamento utilizado foi o Pukguksong-2, um novo tipo de míssil capaz de levar ogivas nucleares.   

No entanto, o porta-voz do Ministério da Relações Exteriores da China, Geng Shuang, alertou que "todas as partes envolvidas" devem exercitar a "moderação" e "evitar provocações recíprocas".   

A fala é um claro recado ao novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou neste domingo, ao receber o premier do Japão, Shinzo Abe, de que seria mais duro com Pyongyang.   

Para Shuang, "o diálogo e as consultas são os únicos instrumentos possíveis para enfrentar o problema e para manter a paz e a estabilidade na península coreana". A China é a principal aliada do governo norte-coreano, fornecendo alimentos e equipamentos de infraestrutura ao país mais isolado do mundo. No entanto, os frequentes testes de Pyongyang tem irritado o governo chinês que, se por um lado não aceita interferir no governo norte-coreano, por outro concorda com uma nova rodada de debates no Conselho de Segurança.   

Até por causa desses novos testes, os governos dos EUA, Japão e Coreia do Sul pediram que seja feita uma reunião urgente para debater a situação e estudar mais sanções contra o regime de Kim Jong-un. (ANSA)
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