Caracas rechaça acusações e critica sanções dos EUA

CARACAS E WASHINGTON, 14 FEV (ANSA) - A administração de Donald Trump impôs sanções econômicas contra o vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, acusando o político de acobertar o narcotráfico internacional.   

O anúncio foi publicado no site do Departamento do Tesouro e atinge também o empresário Samark Lopez, considerado muito próximo ao vice-presidente, que teve 13 de suas empresas - incluindo cinco na Flórida - atingidas pelo decreto. Os dois ainda foram proibidos de entrar nos Estados Unidos.   

Por causa da decisão, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, exigiu que a Casa Branca se retrate da acusação. Para isso, ele pediu para a chanceler Delcy Rodríguez de fazer a exigência.   

"Ordenei à chanceler que convoque o encarregado de negociações dos Estados Unidos na Venezuela e lhe entregue uma nota de protesto, exigindo que se esclareça e se retrate sobre as graves acusações que da Embaixada dos Estados Unidos esses funcionários fizeram cotnra o vice-presidente", disse Maduro em pronunciamento.   

Já Al Assami, empossado recentemente no cargo, disse que as sanções são uma "infâmia e uma agressão imperialista". Através do Twitter, ele se manifestou e afirmou que manterá "a moral intacta, maior firmeza e convicção anti-imperialista e maior consciência chavista".   

Rodríguez, após pedido de Maduro, fez um pronunciamento sobre a nota enviada ao negociador norte-americano e disse que as acusações são "uma infâmia, uma grotesca mentira" daqueles que "costumam usar o império norte-americano". (ANSA)
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