Ministra da Educação é a mais 'rica' do governo italiano

ROMA, 03 MAR (ANSA) - O Parlamento da Itália divulgou nesta sexta-feira (3) os ganhos salariais obtidos por membros do governo e líderes partidários no ano passado, em uma lista encabeçada pela ministra da Educação Valeria Fedeli.   

Vice-presidente do Senado até 12 de dezembro de 2016, quando foi nomeada para o gabinete do premier Paolo Gentiloni, ela recebeu 180.921 euros no ano passado (cerca de R$ 599 mil, segundo a cotação atual).   

Em segundo lugar aparece o ministro dos Bens Culturais do país, Dario Franceschini, que ganhou 148.692 (R$ 492 mil). No fim da lista ficou o titular da pasta de Agricultura Maurizio Martina, que teve rendimentos de 46.750 euros (R$ 155 mil) em 2016 - os valores incluem todas as fontes de renda dos políticos.   

Por sua vez, Gentiloni, oriundo de família nobre, ganhou 109.607 (R$ 363 mil) - vale lembrar que o premier foi ministro das Relações Exteriores até dezembro, quando substituiu Matteo Renzi no comando do governo.   

Já o ex-primeiro-ministro declarou 103.283 euros (R$ 342 mil), uma queda de quase 5 mil euros em relação aos 107.960 de 2015.   

Mas a maior redução foi registrada nos rendimentos do fundador do partido populista e antissistema Movimento 5 Estrelas (M5S), Beppe Grillo.   

Em 2016, o humorista faturou "apenas" 71.957 euros (R$ 238 mil), cinco vezes menos que no ano anterior, quando recebera 355.247.   

As informações sobre os ganhos estão disponíveis no site do Parlamento da Itália e incluem também deputados, senadores e tesoureiros dos partidos. (ANSA)
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