Berlusconi se aproxima de acordo para adiar venda do Milan

MILÃO, 09 MAR (ANSA) - A Fininvest, holding da família de Silvio Berlusconi, e a empresa chinesa Sino-Europe Sports estão perto de um acordo para adiar até o fim de março o prazo de conclusão da venda do Milan.   


O negócio devia ter sido fechado na última sexta-feira (3), mas os compradores atrasaram o pagamento e irritaram o ex-primeiro-ministro italiano. Contudo, os investidores chineses teriam aceitado pagar uma terceira parcela de 100 milhões de euros a título de adiantamento e forneceram novas garantias financeiras.   


Com isso, a expectativa é de que as duas partes assinem até o próximo fim de semana um acordo para a prorrogação. A venda do Milan foi estipulada em 740 milhões de euros, além de 200 milhões para cobrir suas dívidas. Até o momento, Berlusconi já recebeu 200 milhões adiantados, quantia que subirá para 300 milhões com a terceira parcela que será quitada pela Sino-Europe Sports. Se por algum motivo a negociação não se concretizar, o ex-primeiro-ministro embolsará esse dinheiro.   


Segundo fontes próximas à negociação, o aval para prorrogar o prazo final teria sido motivado pelo fato de que os pagamentos feitos até aqui sempre passaram por bancos confiáveis. A Sino-Europe Sports é comandada pelo empresário Yonghong Li, que tem um enxuto currículo como homem de negócios e se envolveu em uma fraude milionária no fim da década de 1990.   


O Milan é presidido por Berlusconi há mais de 30 anos, período no qual viveu sua era mais vitoriosa, com cinco títulos de Liga dos Campeões, oito no Campeonato Italiano, um na Copa da Itália e três no Mundial de Clubes. (ANSA)
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