Senado não encontra indícios de espionagem contra Trump

NOVA YORK, 16 MAR (ANSA) - A Comissão de Inteligência do Senado dos Estados Unidos afirmou nesta quinta-feira (16) que não há indícios de que o presidente Donald Trump tenha sido espionado pelo governo antes de sua posse.   

O anúncio foi feito pelo chefe do colegiado, o senador republicano Richard Burr, cerca de duas semanas depois de a Casa Branca ter pedido que a comissão incluísse a denúncia em seu inquérito sobre a suposta interferência russa na política norte-americana.   

No início de março, Trump havia acusado Obama de espionar os telefones da sede de seu império imobiliário, a Trump Tower, em Nova York, pouco antes da eleição de 8 de novembro. No entanto, essa foi a única vez que o presidente falou sobre o assunto publicamente.   

Em diversas ocasiões, expoentes do Partido Republicano, inclusive o senador John McCain, cobraram a apresentação de provas, mas nunca foram atendidos. Na última segunda-feira (13), o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, suavizou as acusações e disse que Trump não acreditava que Obama tenha "interceptado seu telefone pessoalmente".   

Segundo Spicer, o presidente usou a palavra "interceptação" de modo genérico, como sinônimo de "vigilância". (ANSA)
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