Famílias de mortos no 11 de setembro processam Arábia Saudita

NOVA YORK, 21 MAR (ANSA) - As famílias de 800 vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, abriram uma ação na Justiça contra a Arábia Saudita por suposta "cumplicidade" com os terroristas.   

A causa foi depositada em um tribunal de Manhattan, em Nova York, e acusa funcionários sauditas de terem ajudado Salem al Hazmi e Khalid al Mihdhar, sequestradores do avião da American Airlines derrubado sobre o Pentágono, nos arredores de Washington, a encontrarem apartamento nos EUA.   

Além disso, representantes do país árabe teriam auxiliado os terroristas a aprenderem inglês e facilitado para que eles obtivessem cartões de crédito e dinheiro.   

Em setembro do ano passado, o então presidente Barack Obama chegou a vetar um projeto de lei que autorizava familiares de vítimas dos ataques de 11 de setembro a processarem Riad.   

Contudo, o veto foi derrubado pelo Congresso.   

O democrata alegava que o texto poderia abrir precedente para que representantes dos Estados Unidos também fossem processados em outros países. Além disso, ações contra a Arábia Saudita podem complicar as relações de Washington com seu principal aliado no Golfo Pérsico.   

O país é a terra natal de Osama bin Laden, fundador da Al Qaeda, mas sempre negou participação nos atentados de 11 de setembro, que deixaram quase 3 mil pessoas mortas. (ANSA)
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