Terroristas testam bombas em itens eletrônicos, alerta TV

ROMA, 22 MAR (ANSA) - O grupo extremista Estado Islâmico (EI) poderia estar desenvolvendo uma bomba para ser inserida em dispositivos eletrônicos, como tablets e notebooks, informou a imprensa norte-americana nesta quarta-feira (22).   

A emissora "ABC" disse que fontes do governo de Donald Trump afirmaram ter "indícios" de materiais explosivos dentro de equipamentos eletrônicos, o que teria motivado o republicano a vetar o transporte destes itens em bagagens de mão em voos proveniente de países do Oriente Médio e da África de maioria muçulmana. A mesma informação foi divulgada pela rede "CNN", mas citando a organização Al-Qaeda, e não o Estado Islâmico.   

A restrição anunciada ontem vigorará na Arábia Saudita, Jordânia, Catar, Egito, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Marrocos, nos aeroportos de Amã, Cairo, Kuwait City, Doha, Dubai, Istambul, Abu Dhabi, Casablanca, Riade e Jeddah. Os aeroportos são servidos por nove companhias aéreas com voos direitos aos Estados Unidos, como Royal Jordanian Airlines, Egypt Air, Turkish Airlines, Saudi Arabian Airlines, Kuwait Airways, Royal Air Maroc, Qatar Airways, Emirates e Etihad Airways.   

A medida vem três meses após Trump banir a entrada de imigrantes de sete países (atualizados para seis em março) de maioria islâmica, como prevenção ao terrorismo.   

O gesto, porém, foi criticado por ONGs de direitos humanos e juristas, desatando um caos nos aeroportos do mundo todo e uma batalha judicial nos EUA. Outros críticos afirmam que a restrição aos itens eletrônicos, em voos aos EUA, no entanto, tem caráter protecionista e comercial.(ANSA)
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