UE condena suposto ataque químico na Síria

BRUXELAS, 04 ABR (ANSA) - A alta representante para Política Externa e Segurança da União Europeia, Federica Mogherini, condenou nesta terça-feira (4) o suposto ataque químico que deixou mais de 50 mortos na província de Idlib, no noroeste da Síria.   

Além disso, ela responsabilizou o presidente Bashar al Assad por um ato "horrível" e "dramático". "Obviamente, a primeira responsabilidade é do regime, porque seu papel é proteger seu povo, não atacá-lo", disse a italiana.   

Já a França cobrou uma reunião "urgente" do Conselho de Segurança das Nações Unidas, enquanto os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, conversaram por telefone e chamaram o ataque de "desumano e inaceitável".   

(ANSA)
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