Contra Coreia do Norte, Trump diz que Japão é aliado

NOVA YORK, 6 ABR (ANSA) - Um dia após a Coreia do Norte ter realizado mais um teste de míssil balístico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou ao primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, nesta quinta-feira, dia 6, para falar sobre a ameaça nuclear do país comandado pelo ditador Kim Jong-un.   

Em comunicado sobre a conversa de 35 minutos, a Casa Branca afirmou que o mandatário norte-americano ressaltou ao premier japonês que "todas as opções estão na mesa", não descartando, portanto, ação militar contra a Coreia do Norte. A nota disse que Trump "deixou claro que os Estados Unidos continuarão a reforçar a sua habilidade para dissuadir e defender o seu país e seus aliados com total alcance das suas capacidades militares". O comunicado também afirmou que os EUA veem como aliados "o Japão e a Coreia do Sul em face de sérias ameaças que a Coreia [do Norte] continua a propor e que os dois países pretendem manter contato para poder discutir outras questões de interesse.   

Além disso, o presidente norte-americano também fez uma ligação à chanceler da Alemanha, Angela Merkel. Entre os principais assuntos discutidos pelos dois líderes esteve o míssil da Coreia do Norte e a ameaça que o país representa para o Ocidente. Além disso, o mandatário e a chanceler também falaram sobre o ataque químico na Síria da última terça-feira (4), sobre os desdobramentos do conflito na Ucrânia e a situação no Afeganistão. "Os líderes se comprometeram a manter cooperação estreita nestes e em outros temas", informou nota oficial sobre a conversa. (ANSA)
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