Governo Trump impõe novas sanções à Síria

WASHINGTON, 24 ABR (ANSA) - O governo de Donald Trump aplicou novas sanções contra o governo sírio, anunciou a Casa Branca nesta segunda-feira (24). As punições atingem os funcionários do Centro de Pesquisa e Estudos Científicos, uma agência do governo de Damasco, considerados responsáveis pelo suposto ataque químico contra civis em abril.   

De acordo com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, essa é uma resposta "ao horrível ataque com armas químicas contra civis inocentes".   

O suposto ataque com armas químicas feitos pelo regime de Bashar al-Assad na província de Idlib, no dia 4 de abril, deixou mais de 80 mortos. A ação sempre foi negada por Assad e por seus aliados russos e atribuída a grupos rebeldes.   

Essa é a segunda ação de Trump contra o governo sírio. A primeira, foi um ataque aéreo contra a base militar de Shairat, que deixou dezenas de soldados mortos.   

As sanções contra Damasco começaram em 2004 e foram ampliadas, gradativamente, nos últimos seis anos de guerra civil no país.   

Elas atingem tanto empresas como membros do governo e pessoas acusadas de ajudar o presidente sírio a se manter no poder.   

Apesar de, no início de seu mandato, os EUA não pedirem abertamente o afastamento de Assad como ocorria no governo de Barack Obama, o ataque com armas químicas fez com que Trump mudasse sua postura e chegasse a chamar o líder sírio de "pessoa diabólica".   

- Encontro com líderes: Durante um encontro com os embaixadores dos 15 países-membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas, Trump acusou a entidade de ter "falhado" em responder ao ataque químico no país.   

Após a reunião, Trump telefonou para a chanceler alemã, Angela Merkel, para debater - entre outras coisas - a crise síria, informou a Casa Branca sem detalhar os temas debatidos. (ANSA)
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