Trump pode aumentar Exército no Afeganistão contra terrorismo

NOVA YORK, 9 MAI (ANSA) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está estudando uma nova estratégia elaborada por assessores da defesa e política externa para enviar mais 3 mil militares para o Afeganistão, além de ceder o poder ao Pentágono, informou nesta terça-feira (9) o jornal "The Washington Post".   

Segundo os funcionários norte-americanos, ouvidos pela publicação, o envio "prevê um alargamento do papel militar dos Estados Unidos para obrigar o Talibã a voltar à mesa das negociações". O jornal afirma que a nova estratégia foi idealizada pelo tenente-general H.R. McMaster, assessor de Segurança Nacional de Trump.   

Caso o novo plano seja confirmado, o número de soldados norte-americanos no Afeganistão passará de 8,4 mil para mais de 11 mil militares. Além disso, a partir da aprovação, a responsabilidade por retirar ou implantar novos homens será do Pentágono e não mais da Casa Branca.   

De acordo com o "The Washington Post", o papel militar do governo Trump no Afeganistão, que foi reduzido durante a gestão de seu antecessor Barack Obama, será completamente revisto. Em 2011, quando matou o líder da Al-Qaeda Osama Bin Laden, os Estados Unidos tinham 100 mil soldados no Afeganistão. Uma das promessas de governo do ex-mandatário era reduzir o números de militares no país. No entanto, a ofensiva talibã mudou os planos da Casa Branca, que manteve os 8,4 mil militares. Por sua vez, Trump venceu às eleições norte-americanas com a promessa de reduzir o intervencionismo militar dos Estados Unidos no exterior, mas também de combater o terrorismo. Recentemente, como prova disso, utilizou pela primeira vez sua maior bomba não-nuclear, "a mãe de todas as bombas", para destruir uma base do grupo jihadista Estado Islâmico (EI).   

(ANSA).   

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