Síria nega acusação de EUA de execucão em massa em Damasco

BEIRUTE, 16 MAI (ANSA) - O governo de Bashar al-Assad negou "categoricamente" nesta terça-feira (16) as declarações dos Estados Unidos, que acusaram o regime sírio de enforcar e queimar milhares de corpos de prisioneiros.   

"Estas acusações são totalmente infundadas, são apenas o produto da imaginação desta administração e de seus agentes", declarou o ministério da Síria das Relações Exteriores, segundo informou a agência de notícias estatal Sana.   

De acordo com o Ministério, "as sucessivas administrações norte-americanas fabricaram repetidamente mentiras e acusações para justificar suas políticas agressivas e intervencionistas em outros países soberanos".   

Na última segunda-feira (15), o Departamento de Estado norte-americano publicou imagens de satélite que, segundo eles, indicam que a Síria construiu um crematório próximo a prisão de Saydnaya.   

Segundo a acusação do governo do presidente, Donald Trump, as autoridades do governo de Assad enforcam cerca de 50 prisioneiros por dia e depois queimam os corpos para esconder as evidências.   

"No início de 2013, o regime sírio modificou um edíficio no interior do complexo de Saydnaya para permitir a construção de um crematório", declarou Stuart Jones, subsecretário interino do Departamento de Estado para o Oriente Médio.   

Para ele, o governo de Assad "caiu em um novo nível de desaprovação com apoio da Rússia e do Irã", acrescentou. (ANSA)
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