Terroristas atingiram símbolos teocrático e popular do Irã

ROMA, 07 JUN (ANSA) - O mausoléu do aiatolá Ruhollah Khomeini, onde está sepultado o "pai" da Revolução Islâmica, e o Parlamento do Irã - "Majlis", em farsi -, o órgão legislativo do país, são os dois lugares altamente simbólicos que foram atingidos por terroristas nesta quarta-feira (7), semeando pânico e raiva entre os iranianos.   

O lugar que abriga os restos mortais de Khomeini começou a ser construído logo após seu falecimento, em junho de 1989, e é símbolo do poder teocrático que ainda domina a república dos aiatolás. O mausoléu fica ao lado de um cemitério onde estão enterrados mártires da guerra contra o Iraque e dos conflitos atuais na Síria.   

Situado na estrada que leva ao aeroporto internacional de Teerã, possui uma estação de metrô e também abriga uma universidade, lojas, restaurantes, estacionamentos e áreas para peregrinos.   

Ali também estão sepultados alguns familiares e colaboradores de Khomeini.   

Se nos primeiros anos foi meta incessante de peregrinação, hoje, com exceção das festas religiosas, é um lugar isolado e pouco frequentado em dias normais. Já o Parlamento, símbolo do poder legislativo e popular, fica em pleno centro da capital e é uma estrutura moderna, inaugurada em novembro de 2004.   

O complexo é composto por vários edifícios, inclusive aquele que abriga o hemiciclo das sessões plenárias, uma sala dominada pelo verde e iluminada por aberturas no teto. (ANSA)
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