Juiz do Havaí suaviza decreto anti-imigração de Trump

HONOLULU, 14 JUL (ANSA) - Um juiz federal do Havaí, nos Estados Unidos, suavizou o decreto do presidente Donald Trump que proíbe a entrada no país de imigrantes originários de seis nações muçulmanas: Iêmen, Irã, Líbia, Síria, Somália e Sudão.   

Após uma longa batalha judicial, a medida foi liberada parcialmente por uma liminar da Suprema Corte dos EUA e entrou em vigor no fim de junho, valendo apenas para pessoas que não tenham relação familiar com um indivíduo em solo norte-americano.   

Na visão do governo Trump, os únicos graus de parentesco permitidos são de pai, mãe, irmão, filho, genro, nora, marido e esposa. No entanto o juiz Derrick Watson determinou na última quinta-feira (13) que também sejam incluídos na lista avós, netos, tios e sobrinhos.   

Em março passado, o mesmo magistrado já havia determinado a suspensão do decreto anti-imigração do republicano, decisão que acabou derrubada pela Suprema Corte. Segundo Watson, a ordem-executiva é "discriminatória". O juiz federal ainda ordenou na última quinta que refugiados beneficiados por programas de reassentamento não sejam impedidos de entrar nos Estados Unidos - o decreto também congela o recebimento desses migrantes forçados.   

O procurador-geral dos EUA, Jeff Sessions, anunciou nesta sexta (14) que o governo recorrerá da decisão diretamente à Suprema Corte. (ANSA)
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