Bebês do Império Romano cresciam mais rápido que os atuais

ROMA, 19 JUL (ANSA) - Após uma análise em 18 dentes de leite pertencentes a dois bebês enterrados no século II d.C, na necrópole de Velia, perto de Salerno, especialistas confirmaram que as crianças do Império Romano cresciam mais rápido do que as de hoje em dia. O estudo publicado na revista Plos One foi conduzido por biólogos da Universidade La Sapienza de Roma, com colaboração do Museu da Civilização Romana, da Universidade de Toulouse III e da Universidade de Londres.   

Para Alessia Nava, autora do estudo, os dentes de leite podem oferecer informações sobre o desenvolvimento de uma criança no útero da mãe. "Os dentes de leite são formados a partir do terceiro mês de gestação e, portanto, podem fornecer informações importantes sobre o desenvolvimento intrauterino, um momento crucial da vida, que tem repercussões inevitáveis sobre a saúde também na idade adulta", comentou.   

Os pesquisadores examinaram 18 dentes de leite pertecentes a dois bebês que. Com os dados obtidos, foi possível criar um modelo estatístico para calcular as taxas de crescimento média dos dentes. (ANSA)
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