Especial/ Mendoza se blinda para receber Cúpula do Mercosul

BUENOS AIRES, 21 JUL (ANSA) - Uma operação de segurança inédita, que inclui aviões de ataque, radares e alta tecnologia, além de 1,2 mil policiais e agentes de elite, foi criada pelas autoridades da Argentina para garantir a proteção dos convidados da reunião de Cúpula do Mercosul realizada nesta sexta-feira (21) em Mendoza.   


A cidade que fica aos pés da Cordilheira dos Andes, limite natural entre Argentina e Chile, começou com a operação de segurança especial já nesta quinta-feira (20) com a instauração de um "anel de segurança" para proteger o local dos encontros, que serão realizados no Hotel Intercontinental.   


A coordenação da segurança está sob o controle do Comando Aeroespacial do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas da Argentina e o sistema de vigilância é composto por aviões IA-63 Pampa e os caças de bombardeio A-4AR Fightinghawk. Também está funcionando um radar de alcance médio 3D (RAME).   


Já os 1,2 mil membros do efetivo das forças de segurança das províncias, da Polícia Federal e da Gendarmaria participam da escala terrestre da operação.   


Por causa do encontro dos chefes de Estado do Mercosul, "está previsto estabelecer uma zona de identificação especial que permita exercer a defesa do espaço aéreo soberano, garantindo a proteção, e o uso seguro do mesmo para o ingresso e egresso de aeronaves com as mínimas restrições possíveis", informou a Força Aérea em nota.   


Os presidentes da Argentina, Mauricio Macri, do Brasil, Michel Temer, do Paraguai, Horácio Cartes, do Uruguai, Tabaré Vázquez, da Bolívia, Evo Morales, e do Chile, Michele Bachelet já chegaram à cidade argentina nesta manhã sem nenhum problema de segurança.   


As autoridades de Mendoza esperam que cerca de três mil pessoas passem pela cidade durante a semana, entre elas, autoridades, equipes técnicas, forças de segurança, funcionários de governos e jornalistas nacionais e internacionais.   


Também foi criado um plano de proteção sanitário, coordenado pelo Ministério da Saúde e da Direção Nacional de Emergências Sanitárias (Dinesa), onde cada hotel de Mendoza receberá uma equipe médica permanente. (ANSA)
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