Pela 1ª vez, cubanos celebrarão Dia da Rebeldia sem Fidel

HAVANA, 25 JUL (ANSA) - Os cubanos se preparam para celebrar seu primeiro Dia da Rebeldia Nacional, nesta quarta-feira (26), sem o líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, morto em novembro do ano passado.   

A data, que é uma das mais importantes para os cidadãos, lembra o ataque de 1953 às fortalezas de Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Granma, sendo as primeiras ações armadas contra o regime de Fulgêncio Batista. A batalha é considerada ainda aquela que iniciou a Revolução Cubana, ocorrida em 1959.   

Em 2006, o Dia da Rebeldia também marcou um dos últimos discursos públicos do ex-presidente. Naquela ocasião, Fidel focou na importância da educação e do papel dos professores que educam "desde a primeira série até os cento e poucos anos" e, em uma referência aos Estados Unidos, afirmou que lutaria "por toda a minha vida, até o último segundo".   

Pouco depois daquele pronunciamento de 26 de julho, Fidel transferiu seu cargo de presidente do Conselho de Estado para seu irmão, Raúl Castro, por conta de uma grave doença e evitou aparições públicas. Raúl assumiu o poder, de fato, em 2008. Desde então, em todas as celebrações, foram lembrados seus feitos durante os eventos do dia. (ANSA)
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