Crânio de 13 milhões de anos revela dados de evolução humana

ROMA, 10 AGO (ANSA) - O crânio de um primata de 13 milhões de anos descoberto no Quênia por um grupo de cientistas internacionais pode revelar pistas inéditas sobre a evolução dos seres humanos.   


Batizado de "Alesi", o fóssil pertenceu a um filhote de macaco que viveu na região do leste africano e, segundo os pesquisadores, pode ajudar nas investigações sobre a evolução biológica porque o crânio está conservado. Atualmente, a ciência não tem muitas comprovações da evolução animal mais antiga que 10 milhões de anos atrás. Até o momento, acredita-se que os seres humanos sejam próximos de primatas como chimpanzés, gorilas, orangotangos e gibões, sendo que os fósseis de primatas mais antigos encontrados são datados de seis milhões de anos atrás. Segundo a análise das imagens do crânio de "Alesi", que possui o tamanho de um limão, os cientistas descobriram que o primata tinha "tubos auditivos ósseos" desenvolvidos, "característica importante" para relacioná-lo aos macacos atuais. (ANSA)
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