Nova direção pode 'impulsionar' TIM Brasil, diz presidente

SÃO PAULO, 04 OUT (ANSA) - O diretor-presidente da TIM Brasil, Stefano De Angelis, afirmou nesta quarta-feira (4) que as trocas no comando da matriz na Itália podem representar um "impulso" para as atividades da operadora.   


Recentemente, grupo francês Vivendi, principal acionista da TIM italiana, com 23,94% de participação, passou a exercer de fato o controle da empresa, mas, na visão de De Angelis, isso não deve causar mudanças no Brasil.   


"Absolutamente, não. Esse pode ser até um impulso maior para o crescimento da TIM, como a gente quer fazer", declarou o executivo, durante uma coletiva de imprensa no Futurecom 2017, feira de telecomunicações que acontece em São Paulo (SP).   


Além disso, De Angelis elogiou a nomeação de Amos Genish, fundador da GVT e ex-presidente da Telefônica Brasil, para comandar o grupo TIM na Itália. "Ter na Itália um especialista em Brasil como o Amos Genish é um benefício. Explicar o que acontece em um país que fica a 12 mil quilômetros é complicado, e ter uma pessoa que o conhece até melhor facilita muito", disse.   


O diretor-presidente também foi perguntado sobre a situação da Oi e afirmou que, antes de discutir qualquer hipótese, é preciso aguardar o desenrolar do processo de recuperação judicial enfrentado pela operadora, que soma R$ 65 bilhões em dívidas.   


"Esse é um tema que a gente vê que não vai se resolver antes de três, quatro meses. É um tema de 2018", declarou. (ANSA)
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