Senado dos EUA diz que interferência russa não mudou eleições

WASHINGTON, 4 OUT (ANSA) - A Comissão de Inteligência do Senado dos Estados Unidos declarou nesta quarta-feira (4) que a investigação sobre a tentativa da Rússia de interferir na eleição presidencial de 2016 não apresentou conclusão definitiva.   

No entanto, segundo declaração dada pelo presidente do colegiado, o senador republicano Richard Burr, nenhum total de votos foi afetado. "Ainda estamos investigando uma possível colusão entre Moscou e Trump. Essa questão ainda está aberta", disse Burr, ressaltando que até o momento não há nenhuma conclusão do caso.   

Burr ainda apresentou alguns resultados preliminares da investigação, em que mais de 100 pessoas foram interrogadas e mais de 100 mil documentos foram examinados.   

O senador também disse que as mídias sociais como "Facebook e Twitter não levaram a sério a questão da interferência russa nas eleiçoes dos EUA". Mas mesmo assim garantiram "um incrível acesso e cooperação". A declaração faz referência aos anúncios políticos pagos no Facebook por contas falsas.   

Além disso, Burr afirmou que o comitê não tem nenhuma descoberta inicial sobre se a equipe do magnata trabalhou com a Rússia.   

O caso de interferência dos russos no pleito de novembro de 2016 se arrasta desde o período pré-eleições e já causou a demissão de assessores de Trump. O escândalo, no entanto, atingiu seu ápice quando o republicano decidiu demitir o então diretor do FBI, James Comey, que liderava as investigações sobre o "Russiagate". (ANSA)
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