Opaq denuncia possível ataque com sarin na Síria

HAIA, 05 OUT (ANSA) - A Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq) denunciou nesta quinta-feira (5) mais um possível ataque tóxico na Síria.   

Segundo a entidade, vencedora do Nobel da Paz em 2013, foram detectados traços de "sarin ou de substâncias químicas ligadas ao sarin" em Ltamenah, cidade situada no norte do país e alvo de um bombardeio em 30 de março, quando 50 pessoas ficaram feridas.   

A denúncia já provocou reações dos Estados Unidos, que atribuem o suposto ataque químico ao presidente Bashar al Assad. "Há anos o regime Assad usa armas químicas para matar e aterrorizar civis inocentes. Infelizmente, está claro que Damasco não apenas mentiu sobre o fim de seu programa de armas químicas, mas também continuará se negando a colaborar com a Opaq", disse a embaixadora norte-americana nas Nações Unidas (ONU), Nikki Haley.   

No início de abril deste ano, uma ação com armas tóxicas em Khan Sheikhun, controlada pelo grupo terrorista Fatah al Sham, motivou um bombardeio dos EUA contra a base militar de Shayrat, de onde teria partido o ataque. O gás sarin é uma substância inodora e incolor classificada internacionalmente como arma de destruição em massa, e Assad já foi acusado de usá-lo em diversas ocasiões, mesmo depois do acordo com a Opaq para destruir seu arsenal químico. (ANSA)
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