Deputado republicano 'pró-vida' pediu para amante abortar

NOVA YORK, 6 OUT (ANSA) - O deputado republicano Tim Murphy, que é conhecido por sua luta contra o aborto, renunciou ao cargo ontem (5), depois vir à tona um escândalo de que ele teria pedido para sua amante interromper uma gravidez. De acordo com o jornal "Pittsburgh Post-Gazette", além do pedido para o aborto, Murphy tinha uma conduta abusiva com membros de sua equipe. O presidente da Câmara dos Deputados, o também republicano Paul Ryan, informou que congressista da Pensilvânia irá se retirar antes do fim deste mês.   

"Nesta tarde, recebi uma carta de demissão do congressista Tim Murphy, datada de 21 de outubro. Foi decisão do Dr. Murphy de seguir para o próximo capítulo de sua vida, e eu o apoio.   

Agradecemos por seus muitos anos de trabalho incansáveis em questões de saúde mental aqui no Congresso e seus serviços ao país como um oficial de reserva naval", informou Ryan.   

O caso ganhou repercussão após o jornal norte-americano "Pittsburgh Post-Gazette" veicular uma reportagem baseada na mensagem da amante do deputado, Shannon Edwards. Nela, a mulher confirmava que Murphy pensava que ela estava grávida e deveria abortar. No entanto, Shannon não estava grávida. Isso criou problemas políticos ao congressista, já que ele era "pró-vida".   

O deputado estava em seu oitavo mandato, e a renúncia deve marcar o fim da carreira política de Murphy.(ANSA)
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