Tavecchio se nega a renunciar e aumenta crise no futebol

ROMA, 15 NOV (ANSA) - Pressionado pelo vexame da seleção italiana não ter se classificado para a Copa do Mundo de 2018, o presidente da Federação de Futebol do país (FIGC), Carlo Tavecchio, anunciou que não renunciará ao cargo. O cartola tem sido duramente criticado por dirigentes e atletas. "Carlo Tavecchio nos comunicou que não pretende deixar a presidência da FIGC", disse Damiano Tommasi, diretor da Associação Italiana de Jogadores , deixando antecipadamente a reunião convocada para hoje (15) por Tavecchio.   


Tommasi defendeu a convocação de eleições. "Talvez seja organizado em breve um conselho federal para tomar uma decisão", contou. Tavecchio, de 74 anos de idade, está à frente da FIGC desde 11 de agosto de 2014. Em março deste ano, ele foi reelito presidente para um segundo mandato. O atual treinador da seleção italiana, Giampiero Ventura, também tem se recusado a renunciar ao cargo. Enquanto isso, cresce a pressão para que seja feita uma reforma na direção da federação italiana, dando espaço para profissionais jovens. O técnico Carlo Ancelotti também tem sido cotado para assumir a Azzurra. (ANSA)
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