Renda de inclusão italiana já tem mais de 70 mil pedidos

ROMA, 02 JAN (ANSA) - Um mês após sua entrada em vigor, a "renda de inclusão social" (ReI), programa criado pelo governo da Itália para combater a pobreza no país, registra 75.885 solicitações, sendo que dois terços delas são provenientes do sul.   

A iniciativa entrou em vigor em 1º de dezembro de 2017 e prevê o pagamento de até 485,4 euros por mês (R$ 1,9 mil, segundo a cotação atual) para cada família. A previsão de Roma é atender até 490 mil núcleos familiares, totalizando cerca de 1,8 milhão de pessoas, o equivalente a 3% da população nacional.   

Segundo o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), 16.686 (22%) solicitações foram feitas na Campânia, que é seguida por Sicília, com 16.366 (21,6%), e Calábria, com 10.606 (14%). Todas elas ficam na parte meridional da Itália, o chamado "Mezzogiorno".   

As outras regiões com mais de 5 mil pedidos são Lombardia, no norte, com 5.338 (7%), e Lazio, no centro, com 5.237 (6,9%). As únicas que não tiveram nenhuma solicitação são a Puglia, no sul, e a Província Autônoma de Trento, no extremo-norte.   

Somando os números de Campânia, Sicília e Calábria com Basilicata (1.535) e Sardenha (2.905), o "Mezzogiorno" chega a 63,4% do total de pedidos. O benefício é concedido por um período máximo de 18 meses, prorrogável por mais 12, porém apenas depois de meio ano de intervalo. Em contrapartida, a família precisa participar de um projeto de reinserção no mercado de trabalho. (ANSA)
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