Macron pede que China e UE evitem protecionismo econômico

PEQUIM, 9 JAN (ANSA) - Em seu segundo dia de visita oficial à China, o presidente da França, Emmanuel Macron, pediu que tanto os chineses como a União Europeia evitem o protecionismo em suas relações e que se abram para mais investimentos.   

As afirmações foram dadas durante uma visita a um projeto de incubadoras de start-ups, financiado pelos dois governos. Macron classificou como "insatisfatório e desequilibrado" o acesso ao mercado chinês e pediu uma maior abertura para a China.   

No entanto, apesar do discurso, é esperado que os ministros franceses firmem 50 acordos comerciais com a China, entre os quais, alguns para os setores de energia nuclear e desenvolvimento aeroespacial. A assinatura será acompanhada por Macron após se reunir, pela segunda vez, com seu homólogo chinês, Xi Jinping entre a tarde e a noite desta terça-feira (9).   

Na manhã de hoje, o presidente e sua esposa, Brigitte, foram à Cidade Proibida acompanhados por estudantes da Escola Internacional Francesa e pelo historiador Patrice Fava, que guiou a visita ao lado dos chineses.   

Na China, Macron está buscando se posicionar como o "líder da Europa", visto que a chanceler alemã, Angela Merkel, ainda está enfrentando problemas internos para formar seu quarto governo no país. (ANSA)
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