Museu da grife italiana Gucci reabre em Florença

FLORENÇA, 11 JAN (ANSA) - A grife italiana Gucci inaugurou em Florença, na Itália, a Gucci Garden, uma loja que funciona como um museu e possui diversas atividades interativas, incluindo um restaurante.   


O novo conceito, criado graças à ajuda de Alessandro Michele, diretor criativo da grife de luxo, transformou a sede histórica do Palazzo della Mercancia em um "jardim das delícias". Dividido em três espaços, a ideia da grife é reimaginar o espaço de um museu, criando um ambiente criativo e colaborativo, em que roupas, acessórios, quadros, instalações de vídeo e comida possam ser encontrados. A obra teve curadoria de Maria Luisa Frisa.   


"O Gucci Galleria está organizado em áreas temáticas que vivem e se transformam", explicou Frisa, ressaltando que o local "não é mais um museu, mas um lugar em mudança subdividido em seis salas, três no primeiro andar e três no segundo".   


Em uma das salas é possível encontrar o restaurante Gucci Osteria, comandado pelo renomado chef italiano Massimo Bottura, responsável pelo Osteria Francescana, em Modena, que possui três estrelas no Guia Michelin. Com capacidade para apenas 50 pessoas, o ambiente foi decorado em diferentes tons de verde. "Eu acho que há muito em comum entre mim e Gucci, com quem eu decidi colaborar graças à minha amizade com o responsável Marco Bizzarri, que fui colega de escola", acrescentou, apresentando alguns dos pratos preparados por ele e sua equipe de cozinheiros.   


"Se o Gucci Osteria funcionar, pode se tornar um novo formato", concluiu Bottura.   


"Estou muito satisfeito com essa transformação", comentou Michele, ressaltando que "a boutique parece um bazar e o museu se transformou em algo vivo, em uma galeria que fala sobre Gucci graças a Maria Luisa Frisa, uma mulher muito talentosa que entendeu o que queríamos depois de 15 anos de trabalho nesta empresa".   


Para entrar no Gucci Garden, o espaço que envolve loja conceito, restaurante e museu, é necessário pagar um ingresso de 8 euros, sendo que metade do lucro é revertido para projetos de restauração da cidade de Florença.   


Essa não é a primeira vez que uma grife tenta incorporar a gastronomia ao seu projeto conceitual. No ano passado, a Tiffany abriu uma loja na 5ª Avenida, em Nova York, que contava também com um restaurante requintado. (ANSA)
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