Igrejas são atacadas em protesto à viagem de Papa ao Chile

ROMA, 12 JAN (ANSA) - Ao menos três igrejas católicas foram atacadas durante a madrugada desta sexta-feira (12), em Santiago, no Chile, dias antes da visita do papa Francisco ao país. As igrejas foram depredadas com explosivos e tiveram suas portas e fachadas quebradas. Foram usadas bombas artesanais, que provocaram explosões nos locais. Os agressores também distribuíram panfletos contra a visita do Papa, que estará no Chile entre os dias 15 e 18 de janeiro, e depois seguirá viagem para o Peru até o dia 22.   

A primeira igreja atacada foi a de "Santa Isabel de Hungria", em Estación Central. Depois, foi a paróquia "Emmanuel", em Recoleta. A "Capela Cristo Vencedor" foi a última a ser danificada. A Polícia Civil (PDI) investiga se os três ataques explosivos foram coordenados por algum grupo. A suspeita recai sobre organizações anarquistas. "Em uma democracia, podemos nos expressar, desde que de maneira pacífica e adequada", disse a presidente Michelle Bachelet.   

O Chile prepara uma das maiores operações policiais de sua história para escoltar Jorge Mario Bergoglio. Serão utilizados carros, motos, câmeras aéreas, drones, helicópteros e agentes a pé. Estão previstos 18 mil funcionários de segurança, sendo 9,5 mil somente em Santiago. Francisco, que estudou no Chile, e visitou o Peru como jesuíta, volta ao seu continente natal, a América Latina, outra vez, após passagem pelo Brasil (2013); Equador, Bolívia e Paraguai (2015); México (2016); e Colômbia (2017). (ANSA)
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