Com 6 estatuetas, Bruno Mars é o grande vencedor do Grammy

LOS ANGELES, 29 JAN (ANSA) - O Grammy, maior evento de premiação da música, entregou seis prêmios para o havaiano Bruno Mars neste domingo (28), em uma cerimônia realizada no Madison Square Garden, em Nova York. O cantor de 32 anos, venceu em todas as categorias para a qual foi indicado: Disco do ano, Música do ano, Gravação do ano, Performance R&B, Música R&B e Álbum R&B. Seu último álbum ''24K magic'', ainda recebeu um prêmio para a sua equipe técnica, na categoria de Melhor Engenharia de Som. O rapper Kendrick Lamar ganhou quatro prêmios das categorias de rap ( colaboração, álbum, música e performance). O melhor clipe do ano ficou com a música ''Despacito'', considerado um hit de 2017. Ed Sheeran ganhou em duas categorias (performance solo de pop e álbum de pop com vocal), mas não pode ir à premiação por motivo não divulgado. Outro troféu entregue foi para Carrie Fisher. Ela ganhou como melhor álbum falado por conta de "audiobook" com a sua biografia, ''Memórias de princesa''. O grupo alemão Kraftwerk ganhou seu primeiro Grammy, vencendo na categoria álbum de música dance ou eletrônica por ''3-D Catalogue''. À noite foi aberta com a apresentação de Kendrick, depois subiu ao palco a cantora Lady Gaga com a música ''Million Reasons'' e também o cantor Sam Smith se apresentou com ''Praying''. Outro momento que marcou a noite, ficou por conta de Camila Cabello, que, antes de chamar a próxima atração, disse que é "uma orgulhosa imigrante cubana-mexicana, nascida no leste de Havana, e agora estou aqui na frente de vocês no palco do Grammy em Nova York". "Tudo o que sei é, como sonhos, essas crianças não podem ser esquecidas e valem a pena lutar por elas", ressaltou.   


As manifestações não pararam por a'. A cantora Janelle Monae falou sobre o movimento Time's Up, que denuncia abusos sexuais contra às mulheres. "Para aqueles que se atrevem a tentar nos silenciar, oferecemos-lhe duas palavras: tempo acabado. Nós dizemos tempo acabado para a desigualdade salarial, a discriminação ou o assédio de qualquer tipo e o abuso de poder", disse Janelle.   


Em um momento de ataque ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi exibido um vídeo com vários cantores lendo o livro ''Fire and Fury: Inside the Trump White House'' ("Fogo e Fúria: Dentro da Casa Branca de Trump"), sendo dirigido pelo apresentador James Corden. Mas, a grande surpresa, foi quando a democrata Hillary Clinton no primeiro momento com o rosto coberto, começou a leitura do livro, que revela os bastidores da campanha eleitoral e do governo do mandatário. (ANSA)
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