Pyeongchang cria centro de denúncias de abusos sexuais

PYEONGCHANG, 15 FEV (ANSA) - Com o objetivo de combater casos de abusos sexuais contra atletas, os organizadores dos Jogos de Inverno, em Pyeongchang, na Coreia do Sul, criaram quatro centros de apoio dentro do parque olímpico para esportistas que sofreram algum tipo de violência. Denominados de "Centros de Apoio à Igualdade de Gênero", eles oferecem ajuda jurídica, médica e psicológica, além de aconselharem as vítimas.   


Está é a primeira vez na história olímpica que foram criados centros de aconselhamento. Os atendimentos são realizados para qualquer atleta ou funcionário dos Jogos. Até o momento, ao menos quatro relatórios de assédio foram registros pelos centros. "Eu me preocupei em criar um centro de aconselhamento em caso de violência sexual nas Olimpíadas porque é importante saber que os abusos sexuais podem acontecer com qualquer um, a qualquer hora", disse Jeon Won Hee, um dos funcionários dos centros, em uma entrevista à emissora "NBC".   


Nas Olímpiadas de 2016, no Rio de Janeiro, dois casos geraram repercussão. Um deles foi do boxeador da Namíbia Jonas Junius, que foi preso pela polícia por tentar beijar à força uma funcionária da vila olímpica. O outro envolvei o boxeador marroquino Hassan Saada, que tentou abusar sexualmente de outras duas funcionárias.   


No entanto, o grande escândalo recente de violência sexual no meio esportivo foi do ex-médico da seleção norte-americana de ginástica Larry Nassar. Ele foi condenado a 125 anos de prisão por ter abusado sexualmente de 265 garotas. (ANSA)
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