Eleições/Andrea Dorini, candidato ao Senado da Itália (2)

SÃO PAULO, 15 FEV (ANSA) - Um dos projetos que ficaram pendentes na última legislatura italiana foi o do jus soli. Se eleito, o senhor defenderá a aprovação dessa lei? Também este momento é muito particular. Devo, com certeza, aprofundar muito bem esse argumento, porque acho que tem um pouco de confusão. Não posso me manifestar bem sobre esse assunto.   

Nos últimos anos, a Itália foi destino de um dos maiores deslocamentos em massa desde a Segunda Guerra Mundial. Qual, na visão do senhor, deve ser a postura do governo para lidar com a crise migratória e de refugiados no Mediterrâneo? Eu não sou absolutamente racista. Absolutamente, porque somos todos iguais. Se deve ajudar as pessoas. A única coisa que estou percebendo é que me parece que tem muitas pessoas que, às vezes, não chegam de lugares que têm guerra. Se deve ajudar todo mundo, é certo, mas não nesse sistema. As pessoas devem ser ajudadas no país delas, se deve ajudar meninos, crianças, famílias, tudo bem, maravilha. Mas o sistema é totalmente errado. É totalmente errado o que está acontecendo hoje.   

Quem é o candidato ou candidata do senhor a primeiro-ministro nas eleições de março? Meu candidato a primeiro-ministro é Silvio Berlusconi. Silvio Berlusconi, para mim, é uma pessoa de quem todo mundo pode falar bem ou mal, mas a postura da pessoa, do empresário, sempre foi muito forte. Ele chegou aonde chegou porque, até hoje, com várias empresas que ele tem, a parte política é uma coisa, a parte de business é outra. Ele deve ser o coordenador, ele deve encontrar hoje um sucessor, porque ele sempre foi muito forte como pessoa. (ANSA)
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