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Brasileiros vivem expectativa pelo Salão do Móvel de Milão

16/04/2018 16h50

MILÃO, 16 ABR (ANSA) - Por Beatriz Lia - A 57ª edição do Salão do Móvel de Milão, maior feira de design do mundo, começa nesta terça-feira (17), com a expectativa de receber 300 mil visitantes.   


O evento, que tem duração de seis dias, acontece na "Fiera Milano", um espaço de 205 mil metros quadros que contará com 2,5 mil marcas expositoras. Dentre elas estão algumas empresas brasileiras, como A Lot of Brasil, Anna Scotta, Herval Móveis, Uultis, Artefama e Tora Brasil.   


Em entrevista à ANSA, a Herval Móveis explicou que levará "produtos exclusivos da sua linha Premium" para o Salão do Móvel, como cadeiras, poltronas, mesas de jantar e acessórios para casa, todos produzidos em madeira bruta de alto padrão.   


Durante o evento, a companhia espera "internacionalizar a marca". "Já temos clientes agendados de Londres, Portugal e toda a América", explicou a Herval.   


Já a Lot of Brasil apresentará a "Tocantins Collection", com "peças em movimento" inspiradas nas paisagens do estado de Tocantins e desenvolvidas pelo designer Pedro Franco.   


Os principais produtos da companhia são a "Cadeira Esqueleto", a "Linha Underconstruction", de poltronas e cadeiras, o "Sofá Ilusion" e o "Tapete Tangram". Para a marca, as expectativas também são grandes. "Em 2017, ficamos entre as quatro melhores tendências e esperamos que esse ano seja ainda melhor", disse a empresa.   


Por sua vez, a Tora Brasil estreará no Salão do Móvel com uma coleção assinada por Oswaldo Mellone, composta por peças feitas a partir de pedaços de madeira Pequiá provenientes de áreas de manejo florestal.   


Dentre as novidades estão a "mesa de centro Amilcar", batizada em homenagem à obra do famoso escultor e artista plástico Amilcar de Castro, e "a cadeira Oscar", cujos traços são inspirados na arquitetura de Oscar Niemeyer.   


"O Salão representa aquilo que desejo que Milão continue sendo, um lugar onde todos podem e querem fazer sua parte. Não acredito que o Salão seria o mesmo sem Milão, e Milão perderia muito sem o Salão", afirmou o prefeito Giuseppe Sala. (ANSA)
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