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Supostas bombas são enviadas para Obama, Hillary e CNN

24/10/2018 14h04

NOVA YORK, 24 OUT (ANSA) - Uma série de suspeitas de bomba envolvendo ícones progressistas, incluindo o ex-presidente Barack Obama e a ex-candidata à Casa Branca Hillary Clinton, colocou os Estados Unidos em alerta nesta quarta-feira (24).   

A tensão culminou na evacuação do complexo de edifícios Time Warner Center, que abriga os estúdios da emissora "CNN", em Nova York, devido à presença de um suposto explosivo.   

Antes disso, o Serviço Secreto havia interceptado pacotes contendo supostas bombas e endereçados para Obama e Hillary.   

Nenhum dos dois artefatos, no entanto, chegou a seu destino. Um deles era destinado à casa de Bill e Hillary Clinton em Chappaqua, no estado de Nova York.   

Apenas o ex-presidente estava na residência, já que a ex-secretária de Estado está em campanha pelo Partido Democrata na Flórida. Segundo um oficial citado pela agência "Associated Press", a suposta bomba foi interceptada durante uma inspeção de rotina e os Clinton nunca correram o risco de recebê-la.   

A Casa Branca condenou as tentativas de ataque contra Obama e Hillary. "Esses atos terroristas são deploráveis, e os responsáveis serão punidos", declarou a porta-voz do governo, Sarah Sanders. O caso é investigado pelos Serviços Secretos e pelo FBI.   

Os pacotes foram interceptados na noite da última terça (23) e na manhã desta quarta-feira, e suspeita-se que eles tenham ligação com a bomba encontrada na caixa de correio do bilionário húngaro-americano George Soros, um dos principais financiadores do Partido Democrata, na segunda passada (22).   

"Essas ações covardes são desprezíveis e não têm lugar neste país. Os responsáveis serão levados à Justiça", reforçou o vice-presidente Mike Pence.   

Uma terceira suspeita de bomba provocou a evacuação do Time Warner Center, que abriga os estúdios da emissora "CNN", em Manhattan. O pacote foi encontrado na sala de correio e teria sido endereçado ao ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) John Brennan, comentarista da emissora e crítico do governo de Donald Trump.   

O suposto explosivo já foi removido da sede da CNN. Fontes do Serviço Secreto, por outro lado, desmentiram a interceptação de um pacote suspeito endereçado à Casa Branca. (ANSA)
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