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Agnelli quer transformar Juventus em 'potência econômica'

25/10/2018 11h27

TURIM, 25 OUT (ANSA) - O presidente da Juventus, Andrea Agnelli, revelou nesta quinta-feira (25), em uma assembleia com os acionistas da Velha Senhora, em Turim, que pretende "consolidar" o clube italiano como uma "potência econômica" do futebol mundial.   


"As receitas em nossos principais mercados devem crescer significativamente, principalmente na China, sudeste asiático e Estados Unidos, explorando a onda de interesse que foi gerada em torno de nós", falou Agnelli.   


O chefão da equipe bianconera também falou sobre o grande responsável pelo crescimento econômico da Juventus, o astro português Cristiano Ronaldo, afirmando que é um "motivo de grande orgulho" dele ter escolhido defender a Velha Senhora.   


Sobre o calcio, Agnelli afirmou em seu discurso que o "futebol não é política", e que todos devem seguir um mesmo objetivo, que é "aumentar o movimento" da Série A e ter um "campeonato empolgante". O presidente da Juventus ainda disse que torce para "ver os italianos triunfarem na Europa" e rever a Azzurra ser campeã da Copa do Mundo.   


"Precisamos de harmonia no ambiente, a provocação é um discurso, o ódio é outro, mas, no futebol, está se espalhando o que é um sentimento geral da sociedade: ódio contra alguém ou algo", disse Agnelli.   


O cartola também defendeu uma reforma no calcio. Agnelli afirmou ser a favor que futuramente a Série A seja disputada por 18 clubes, visando diminuir a quantidade de jogos disputados pelos clubes.   


Agnelli descartou uma possível ampliação do Allianz Stadium, em Turim, bem como a abertura de um estádio somente para o time de futebol feminino do clube. Por fim, os presentes na assembleia aplaudiram o diretor geral da Juventus, Giuseppe Marotta, que deixou o cargo hoje (25), após passar oito anos na Velha Senhora. Aldo Mazzia, foi outro homenageado após decidir que também sairá do clube.   


"Decidimos renovar a liderança, mudar antes que fosse necessário, mas primeiro devemos agradecer aos dois diretores gerais, Aldo Mazzia e Giuseppe Marotta", concluiu Agnelli.(ANSA)
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