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China barra 26 rotas aéreas internacionais por Covid-19

14/01/2022 16h20

PEQUIM, 15 JAN (ANSA) - A China anunciou nesta sexta-feira (14) a suspensão de 26 rotas aéreas internacionais por conta do aumento na detecção de casos de Covid-19 em viajantes internacionais.   

Entre os destinos afetados pela medida, que entrará em vigor no dia 24 de janeiro, estão quatro cidades norte-americanas, além de Melbourne, Frankfurt, Paris, Vancouver, Toronto, Milão e Cairo.   

O temor é que a variante Ômicron se espalhe pela nação.   

O relatório oficial publicado nesta sexta-feira, mostra que foram detectados 201 infecções nas últimas 24 horas, sendo 143 de transmissão local e 58 importados. Dos internos, 98 foram registrados em Henan, 34 em Tianjin, oito em Shaanxi, dois em Xangai e um em Guangdong. Já os casos do exterior foram todos registrados em Xangai.   

Em Tianjin, a primeira província a ter um surto confirmado da variante Ômicron, será iniciado um novo ciclo de testagem em massa dos 14 milhões de cidadãos, que deve demorar cerca de 24 horas.   

A China vive uma política de "tolerância zero" e, mesmo poucos casos em relação à população, fazem áreas inteiras serem colocados em rígido lockdown, como no caso de Xi'an, que está há cerca de um mês nesses esquema, e a própria Tianjin, que tem mais de 75 mil moradores isolados.   

A decisão entrará em vigor em outro momento crítico: será pouco mais de uma semana antes do início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, que reunirá delegações do mundo todo para as competições esportivas.   

Hong Kong - Hong Kong também anunciou uma medida do tipo, só que ainda mais dura. A partir do próximo domingo (16), os passageiros de voos provenientes de 150 países, incluindo a Itália, não poderão mais sequer fazer escalas no território.   

"Os serviços de transferência/trânsito de passageiros no aeroporto internacional de Hong Kong para todas as pessoas que passaram por lugares específicos do grupo A nos últimos 21 dias estão suspensos", diz nota oficial publicada pelo governo local.   

A medida será válida por um mês. (ANSA).   

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