Comitê britânico incorpora zika à preparação de atletas para a Rio 2016

O Comitê Olímpico Britânico (BOA, na sigla em inglês) incorporou aos treinamentos dos atletas que participarão dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro técnicas para evitar mordidas de mosquito e muitas informações sobre o víruz zika. A estratégia faz parte do monitoramento que dirigentes britânicos estão fazendo do surto da doença na cidade.

A informação foi passado com exclusividade à BBC Brasil, e um porta-voz da BOA disse ainda que a entidade está consultando regularmente especialistas da London School of Tropical Medicine, um dos mais importantes centros de estudos de saúde pública do mundo.

"O comitê está a par do surto de zika no Brasil e vai monitorar a situação nos próximos meses. Manteremos contato constante tanto com a Rio 2016 quanto o Comitê Olímpico Internacional (COI), o que já é normal como parte da preparação para um competição deste porte".

Até recentemente, a principal preocupação dos britânicos era com problemas como a poluição nas águas da Baía de Guanabara e da Lagoa Rodrigo de Freitas, mas a BOA se tornou o primeiro comitê de uma potência olímpica a expressar publicamente preocupação com o zika nas Olimpíadas e um possível impacto direto no desempenho dos atletas.

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